Palestra, ó cá?

Estou tendo uma paletra. Ótima, o cara sabe tudo. Seria melhor ainda se eu soubesse do que ele está falando. Mas tudo bem. O cara conhece tudo mesmo. Fala de coisas estranhas, circuitos, máquinas, com a maior facilidade do mundo. É, provavelmente, o melhor professor de todos.

Mas ele tem um problema. O pior dos problemas. Ao falar a palavra “ok”, ao final das frases, ele pronuncia “ó cá”, ao invés do usual e querido “oh quei”. E isso me mata. Mais do que a mulher da balada mata Michel Teló.

Abraços!

As incongruências de se fazer a barba

Tenho uma barba bastante falha. Ela cresce até que bem, mas não consegue cobrir minhas bochechas por inteiro. E é culpa minha. O veredito popular é que quanto mais você faz sua barba, maior e mais grossa a próxima será. Aí você vê aqueles casos de pessoas que tem barbas quase que permanentes; o que eu não acho nada legal.

Por isso, fiz uma escolha de vida. Tentaria me barbear o menor número de vezes possível, para que minha barba não crescesse tanto a ponto de eu me odiar, ou ter que me barbear todo dia antes de sair de casa. Isso não é vida.

E, ao escolher viver dessa maneira, acabo ficando por um tempo com uma barba feia. Estava me encarando hoje no espelho e percebi que essas falhas na barba não conferem ao meu rosto um look tão bacana, por mais bonito que eu seja. São tufos que parecem fora de controle, e você não pode ter nada fora de controle em seu rosto, senão o caos se instaura em sua vida. Vai por mim.

Então, para acabar com esse problema que tanto me aflige nos últimos trinta minutos, decidi me barbear todo dia, para eu ficar com o controle total de meu rosto e, em especial, de minhas bochechas. Mas isso vai à contramão da minha escolha prévia de vida, que seguia à risca o veredito popular que concerne o crescimento da barba a partir do constante ato de se barbear. Não sei o que faço.

A Bienal do Livro contra o metrô

Estou trabalhando em Contagem, então preciso pegar o metrô para complementar meu trajeto. Na ida quase tudo é lindo, o ônibus 205 sai vazio do Buritis, o metrô passa rápido e vazio, e somente o ônibus de Contagem estraga a festa. Demora e vai completamente lotado. Na volta, com a loucura dos seres humanos para retornarem às suas belas residências, o caos reina. Até que, por enquanto, a parte de Contagem está tranquila. Pego carona até o metrô, que vai vazio por estar em sua última/primeira estação. O problema se encontra no inofensivo 205. O metrô do Calafate é seu ponto final e, quando de lá saio, o ônibus está bonitinho me esperando. Bonitinho e completamente lotado. E demora horrores para sair do ponto final. E fica mais de uma hora parado na Avenida Barão Homem de Melo. É um pesadelo.

Como vocês devem saber, está acontecendo a Bienal do Livro em BH, no Expominas. E a estação da Gameleira tem uma passarela muito bacana que dá acesso direto ao local. Para matar o tempo, deixar o trânsito se dissipar e comprar alguns livros decidi dar uma passada por lá. Mas não gostei do que vi.

A Bienal do Livro nada mais é que um feirão das obras, as editoras só estão lá para vender seus livros como em suas lojas. Nem faziam promoções. Eu olhava na internet os preços e às vezes via coisas mais baratas online do que nos stands “promocionais”. Se você procurasse bastante, achava coisas baratas, mas eram livros que não valiam a pena, como sempre. Mas nem tudo era ruim.

Eles organizaram alguns eventos lá dentro, como um bate-papo sobre futebol liderado por Bob Faria. Acompanhei por um tempinho e achei legal. Além disso, tinha uma pizza quadrada que parecia apetitosa, mas não era nada gostosa. Foi triste. Comprei algumas coisas, dei voltas pelo local e me dirigi ao metrô para ir embora. E aí começa o problema.

O metrô de BH está em greve. Funciona nos horários de pico, mas se fecha logo depois. E, ao caminhar por toda a passarela, as sete e quarenta e cinco da noite, fui informado de que o metrô encerrava suas operações as sete e meia. Que merda, pensei.

Não me leve a mal, sou defensor das greves. É claro que algumas, como nos transportes, atrapalham os trabalhadores comuns, criam “vítimas inocentes”, mas todos devem receber o que consideram justo. Imagina se as empresas pagassem um salário decente para todos seus trabalhadores? Ninguém faria greve, todo mundo trabalharia feliz o tempo todo. Bem, duvido que seria mesmo o tempo todo, mas é legal sonhar.

Acabei sendo socorrido por Renata, minha linda noiva, e estou aqui, vivo para contar essa história. Obrigado Brasil.

Uma vida com mais bateria

Tenho um Samsung Galaxy S, acho que o primeiro dos Galaxys feitos para perder a competição com os iPhones. Ele é um celular legal, dá pra enfiar episódios de séries pra assistir no ônibus – um novo nível de farofice – encher de músicas, rodar alguns joguinhos do seu amigo Android, usar Twitter, e-mail e ler meu maravilhoso Google Reader. Acho que o mais legal é o Reader, pois o Android é o único sistema a ter os aplicativos oficiais do Google (eu acho), o que é uma babaquice. Mas como os tenho, não ligo.

O problema desse fone inteligente é que sua bateria acaba mais rápido que chocolate em mão de blogueiro e quase todo dia ficava sem meu aparelho na parte da noite. Gosto de andar de ônibus escutando música e, quando acho que está seguro, entrar no twitter, ler besteiras e acessar o Google Reader. É uma vida triste, eu admito, mas gosto. Quando passar a segunda temporada de The West Wing para o Galaxy, ninguém vai me segurar.

Renata, minha noiva, ficou sabendo de uma solução para o esquema da bateria. Era só comprar outra bateria, um pouco maior, que te dava mais que o dobro de energia. Ela vinha com uma capinha que acompanhava o novo design. Estou cogitando adquirir essa maravilha tecnológica, que é barata nos sites do estrangeiro. Não sei e nem quero saber quanto custa aqui no brasil.

Não é que, nos últimos dias, descobri algo muito interessante que mudou completamente minha visão sobre o aparelho e me fez duvidar de minha inteligência? Tem uma opção do telefone que economiza energia poupando luz quando inativo. E outra de descanso de tela – essa eu já conhecia, mas havia deixado marcado para apagar em 10 minutos, o que não faz o menor sentido. Além disso, ao clicar uma única vez no botão power, a luz do aparelho se apaga automaticamente. Passei a fazer tudo isso, já são três horas da tarde e a bateria está quase cheia.

É uma vitória do povo contra o sistema.

As cinco – Pagode Saudade

Olá, estou de volta com mais um As cinco. Hoje coloco seis canções – isso mesmo, seis canções – do disco Pagode Saudade na paradinha, para você ouvir e relembrar o quanto era gostosa sua juventude e quão inapropriadas eram as canções para jovens. Escute e adore, são suas únicas opções.


Baixe o arquivo aqui, para colocar nos ipod da vida e ouvir no ônibus.

Os 72 gols de Messi

O cara me faz 72 gols em uma mesma temporada. Tá brincando de jogar futebol. Já coloco o argentino na segunda posição entre os melhores do mundo, e, se ganhar a copa do mundo do Brasil – o que vai fazer-, bem perto de Pelé.

Veja todos os gols:

The Saga Of Biorn

Isso é demais.

As cinco – Músicas para ~balada~

Nesse glorioso segundo episódio, eu toco cinco canções de ~baladas~ para que você – quando for dar uma de dj – faça um bom trabalho. Escute e adore, são suas únicas opções.


Baixe o arquivo aqui, para colocar nos ipod da vida e ouvir no ônibus.

As cinco – Brendan Benson

Primeiro episódio do meu podcast musical chamado “As cinco” em que toco – acho que ilegalmente – cinco canções de um tema específico. O de hoje foi Brendan Benson e seu novo disco, What Kind of World. Escute e adore, são suas únicas opções.


Baixe o arquivo aqui, para colocar nos ipod da vida e ouvir no ônibus.

Tá fácil ser jornalista

Primeiro uma pessoa me faz isso:

Pra você que não entendeu, Ronald Rios não tem nada a ver com o Todo Dia Um Look e, pelo que eu saiba, nem tem um gato.

Aí me vem o SBT e faz isso:

“No meu colégio eu ficava com notas ruins”

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