Tenho um Samsung Galaxy S, acho que o primeiro dos Galaxys feitos para perder a competição com os iPhones. Ele é um celular legal, dá pra enfiar episódios de séries pra assistir no ônibus – um novo nível de farofice – encher de músicas, rodar alguns joguinhos do seu amigo Android, usar Twitter, e-mail e ler meu maravilhoso Google Reader. Acho que o mais legal é o Reader, pois o Android é o único sistema a ter os aplicativos oficiais do Google (eu acho), o que é uma babaquice. Mas como os tenho, não ligo.

O problema desse fone inteligente é que sua bateria acaba mais rápido que chocolate em mão de blogueiro e quase todo dia ficava sem meu aparelho na parte da noite. Gosto de andar de ônibus escutando música e, quando acho que está seguro, entrar no twitter, ler besteiras e acessar o Google Reader. É uma vida triste, eu admito, mas gosto. Quando passar a segunda temporada de The West Wing para o Galaxy, ninguém vai me segurar.

Renata, minha noiva, ficou sabendo de uma solução para o esquema da bateria. Era só comprar outra bateria, um pouco maior, que te dava mais que o dobro de energia. Ela vinha com uma capinha que acompanhava o novo design. Estou cogitando adquirir essa maravilha tecnológica, que é barata nos sites do estrangeiro. Não sei e nem quero saber quanto custa aqui no brasil.

Não é que, nos últimos dias, descobri algo muito interessante que mudou completamente minha visão sobre o aparelho e me fez duvidar de minha inteligência? Tem uma opção do telefone que economiza energia poupando luz quando inativo. E outra de descanso de tela – essa eu já conhecia, mas havia deixado marcado para apagar em 10 minutos, o que não faz o menor sentido. Além disso, ao clicar uma única vez no botão power, a luz do aparelho se apaga automaticamente. Passei a fazer tudo isso, já são três horas da tarde e a bateria está quase cheia.

É uma vitória do povo contra o sistema.

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