Eu faço sites. Bom, sei fazer sites. Não é meu trabalho prioritário, não é o que de melhor sei fazer, mas faço sites. Belos e simples sites com seus belos e simples formulários de contato. E para fazer os benditos formulários de contato, corro para o Google. Lá tem um tanto de gente legal que disponibiliza seus códigos para baixar. Eu baixo, jogo no site, faço os “$_POST”, ou algo do tipo, tudo direitinho e boto no ar. E não é que o bendito formulário não funciona?

Procurando ajuda na internet, percebi que isso é culpa do UOL Host. Aparentemente os formulários de contatos funcionam em outros servidores. São eles que arrumam uma parada lá que bloqueia tudo. “E por que será que eles fazem isso?”, você me pergunta. Não sei, meu pequeno amigo, mas choro toda vez que não consigo enviar um simples e-mail através do formulário de contato.

Tenho uma teoria de que o UOL Host não gosta de ser um servidor. Não gosta de ter clientes. Deve ser por isso que você demora tanto pra conseguir ser atendido, e quando consegue a pessoa do outro lado do chat parece saber menos que você sobre seu problema. O UOL Host não gosta de você.

Ontem fiquei mais de uma hora no chat com alguém de lá e a pessoa só me dizia que meu formulário estava errado, um formulário que estava funcionando em outros sites estava errado. “Errado para quem?”, perguntei. Utilizo o bendito formulário perfeitamente em tudo quanto é lugar, só no UOL Host é que dá problema. Mostrei para a atendente o formulário funcionando numa outra página hospedada no mesmo UOL Host e ela me explicou que aquele funcionava porque era Windows e o site que era hospedado em Linux deveria ter outra codificação para o mail.php. Não entendo como Windows permite coisas e o Linux bloqueia as mesmas coisas, mas tudo bem.

Falaram que eu vou ter que fazer um e-mail do próprio domínio para a parada funcionar; que um e-mail do Gmail – endereço tão desconhecido – é bloqueado. Que vida.

Acho que vou parar de hospedar meus sites no UOL Host, ou, pelo menos, escolher sempre o servidor Windows. Não, acho que vou parar mesmo.

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